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segunda-feira, 4 de maio de 2015

Carta para meu eu do futuro

Um dos temas da blogagem coletiva de abril no Rotaroots foi "Uma carta para meu eu do futuro". Eu quis muito fazer, mas infelizmente não consegui fazer mês passado. Ai descobri que existe um site em que você pode sim mandar uma carta para você mesmo no futuro! Quer saber como isso funciona? Então continue lendo :)

Se você quiser mandar, clique aqui. Preencha os dados (seu e-mail, o assunto e a data que você quer receber). E pode escrever a carta! Essa foi a minha:

Olá Mel Falcão de 23 anos,

como você está? Tudo bem? Escrevi essa carta a 10 anos atrás, quando eu tinha/tenho, sei lá, 13 anos (estou pra completar, hoje é 04/05). Escrevi por causa do blog. A propósito, você continuou com o blog? Se não tiver continuado, eu lhe ordeno que faça um A-GO-RA. E se tiver continuado, meus parabéns!

Afinal, que faculdade você fez? Fazem 7 anos que você terminou o ensino médio, né? Você escolheu jornalismo, direito ou descobriu outra? Espero que esteja feliz consigo mesma. Como está nossa familia? Amanda conseguiu o que queria? E Fernanda, se formou em quê? Estão felizes e morando aonde? Amanda sonhava em morar no Rio de Janeiro hahaha. E mãe, como ela está? Cacau está bem? Espero que todos estejam bem felizes.

Deixa eu falar umas coisas pra você: Se já é nervosa aos quase 13, imagina aos 23. Então, não carregue o mundo em suas costas. Quando se sentir mal, coloque "Hey Jude" dos Beatles e saia dançando pela casa inteira, mesmo que você seja chamada de doida por ouvir uma coisa tão antiga. Espero que as musicas daqui 10 anos sejam boas.

Você ainda não é velha, mas quando ficar escute: Nunca perca seu espirito jovem. Tenha sempre uma alma de garota de 13 anos. E ame muito. Que cada parte do seu corpo seja coberta de amor <3
E nunca esqueça de Deus. Ele é simplesmente tudo que você tem na vida! Mil beijos pra toda a nossa familia.

Tchau, Mel Falcão de 23 anos.

 Ass: Mel Falcão de quase 13 anos.

Ah, e lembre-se: 

      Todas as cartas de amor são ridículas.
      Não seriam cartas de amor se não fossem ridículas.
      Mas, afinal, só as criaturas que nunca escreveram cartas de amor, é que são...

                                                                                          ridículas.

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